Jaquetinhas, calças justas e coletes construídos com organza e verniz preto iniciam a "viagem". Logo após, dão lugar aos vestidos de uma textura estranha, de bolhas que remetem a espaços lunares desconhecidos.
Gloria cria, com leveza e sofisticação, roupas extremamente bem modeladas, utilizando tecidos como a organza, a musseline, os paetês (desta vez em forma de estrelas), o cetim, a zibeline.
Destaque para os volumes arredondados dos vestidos e o salto nada convencional dos sapatos.
Gloria Coelho, mais uma vez, nos deixa deslumbrados e sem ar.



























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